O Pele Editorial é um projeto editorial independente sobre dermatologia, cuidados com a pele e tratamentos. Nasceu da percepção de que faltava cobertura jornalística — não promocional — sobre como esses temas aparecem no dia a dia das pessoas e dos profissionais no Brasil.

Nossa redação é enxuta. Publicamos com rigor, mas sem tom de manual. Priorizamos entrevista, dados públicos e observação em campo. Não fazemos ranking de clínicas nem recebemos texto pago sem identificação clara.

Se você trabalha na área ou viveu a experiência como paciente e quer sugerir pauta, escreva para [email protected]. Leitura cuidadosa, resposta quando possível.

Conteúdo informativo. Não substitui consulta com profissional de saúde habilitado.

Dermatologia como ciência e cultura — não vitrine. Verão aumenta consultas por queimadura e lesão suspeita. SUS dermatológico subdimensionado em várias regiões.

Na contramão de algoritmos que premiam urgência falsa, mantemos ritmo editorial humano: alguns dias mais textos, outros menos. A curadoria da capa é manual.

Leitores regulares notam que repetimos temas em profundidade — SUS, formação profissional, desigualdade regional — porque são estruturais, não moda.

Apoie sugerindo pauta de sua cidade. O Brasil é grande demais para uma redação cobrir tudo; dependemos de olhos locais.

Ritmo editorial humano: curadoria manual da capa. Temas estruturais — SUS, formação, desigualdade — reaparecem porque importam, não por moda.

Sugira pauta da sua cidade. Dependemos de olhos locais num país continental.

Conteúdo revisado por pares internos antes de publicar. Não é revisão científica formal, mas reduz erro grosseiro.

Pele Editorial olha dermatologia pelo ângulo humano: fila no SUS, verão na praia, indústria de cosméticos, formação médica. Não somos revista de beleza.

Protetor solar é tema recorrente porque o Brasil tem índice UV alto e cultura de praia forte. Mas fotoproteção não se resolve em ranking de produto — abordamos hábito, acesso e mitos.

Mutirões em capitais do Norte ilustram demanda reprimida. Dermatologista é especialidade escassa; teleconsulta ajuda em parte dos casos.

Reportagens sobre pele negra e diagnóstico tardio continuam série iniciada em 2025. Formação médica brasileira ainda carrega viés de atlas com fototipos claros.

Leitores profissionais usam nossos textos em grupos de discussão e em formação — desde que citem a fonte. Não autorizamos reprodução integral sem permissão.

Financiamento vem de leitores e de anúncio display não segmentado comportamentalmente. Não vendemos dados de navegação.

Próximas edições: saúde mental no trabalho rural, psiquiatria forense, cultura e medicação. Sugestões bem-vindas.

O mercado de dermocosméticos no Brasil movimenta bilhões, mas acesso a dermatologista pelo SUS é outra história. Filas de seis meses para consulta eletiva não são exceção em capitais do Nordeste.

Estética e saúde se misturam na conversa popular. Separar os dois é parte do trabalho editorial: cuidar da pele é válido; prometer resultado milagroso não é jornalismo.

Verão aumenta busca por manchas, acne e câncer de pele. Campanhas de prevenção existem — alcance desigual entre classes e regiões permanece.

Colunistas convidados escrevem sobre cosmetologia e ciência — sempre com distinção clara entre os dois campos.

O câncer de pele não melanoma e o melanoma seguem subnotificados em parte do país, especialmente onde a dermatoscopia ainda não é oferta regular na atenção básica. Campanhas de prevenção enfatizam fotoproteção, mas a detecção precoce depende de profissionais capacitados para examinar fototipos diversos — tema central da nossa série sobre equidade em diagnóstico.

Acne, dermatite atópica e psoríase aparecem com frequência em nossas pautas porque afetam milhões de brasileiros e convivem com longas filas para tratamento especializado no SUS. Cobrimos tanto o aspecto clínico quanto o impacto na qualidade de vida e no acesso a medicamentos incorporados — ou ainda em fila de avaliação pela Conitec.